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Sabará - Pintura de Guignard óleo sobre tela (coleção particular)

     Jean-Paul Sartre uma vez escreveu "New York, cidade colonial". Agora é minha vez, com muito menos mérito, de decantar Sabará, cidade colonial. Por favor, visitem Sabará. Façam como aqueles que foram conhecer a Rosslyn Chapel depois de lerem o Código Da Vinci. Leiam o livro Sabará 18 e depois conheçam a Igreja do Carmo, a Igreja das Mercês, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, a Igrejinha do Ó, todas elas palco de cenas do livro. Conheçam a casa do Padre Correia, com sua ermida, em cuja entrada existe uma imagem de São José de Botas, presente ao longo do livro. Conheçam o Chafariz do Kaquende, a Igreja do Rosário e o Hospício da Terra Santa (infelizmente hoje uma propriedade particular). Conheçam a Casa de Ópera, que a personagem Diane d'Anjour provavelmente iria sugerir ao Senado da Câmara, como aquela de Paris. Esqueçam Tiradentes, Ouro Preto, São João del Rei e Mariana. Já foram muito bem aquinhoadas. Ajudem a salvar o patrimônio histórico de Sabará.


Veja aqui um romance cuja história se passa em Sabará do século XVIII.
Sabará 18 - Carlos Vieira


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