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Exatamente hoje está sendo reaberto ao público o Planetário do Ibirapuera, em São Paulo, depois de três anos de reformas. E ele fica ao lado da única Escola de Astronomia da América Latina disponível ao público. Aprendi que astronomia é coisa séria, e também a trigonometria esférica que me fazia perder horas de sono, com meu professor Alércio Moreira Gomes, descobridor de três supernovas quando trabalhava no Observatório de Monte Palomar, em San Diego, California.

Nicolau Copérnico, nascido na Polônia em 1473, ousou dizer, com a complacência da Igreja naquela época, que a Terra girava em torno do Sol e também em torno de si mesma.  Era o começo do fim do universo antropocêntrico. Está lá no seu De Revolutionibus Orbium Coelestium, publicado em 1543 com a extraordinária tiragem de 500 exemplares, somando a primeira e segunda edições.
Quando Galileu deu prosseguimento aos estudos de Copérnico, aí foi um Deus nos acuda. A Igreja achou que já era demais e proibiu a obra de Copérnico como perniciosa e mentirosa. A Terra não girava em torno do Sol. Até Martinho Lutero embarcou nessa.

Portanto, saudemos o retorno do Planetário do Ibirapuera, que nos permite observar o céu de São Paulo claro e límpido, mesmo em datas anteriores, como era aquele no dia 9 de julho de 1932.

(24 de janeiro de 2016)

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