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O cronista Rubem Braga faria cem anos este ano. O primeiro livro dele que li foi exatamente "Ai de ti, Copacabana", que comprei no início dos anos 60. Eram crônicas escritas entre 1955 e 1960. A época da Ipanema romântica, idílica, meio cidade do interior, onde também morei. Ali perto da praça General Osório, e da Barão da Torre, onde ele reinava do alto de sua cobertura transformada em jardim, e do velho Jangadeiro. Rubem Braga tinha uma prosa deliciosa. Para mim foi o cronista por excelência, de uma safra repleta de grandes cronistas, como Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, e Sérgio Porto. Sem dúvida, uma personalidade do livro.
"Ai de ti, Copacabana, porque eu já fiz o sinal bem claro de que é chegada a véspera de teu dia, e tu não viste; porém minha voz te abalará até as entranhas." (Rubem Braga)


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