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Chafariz do Kaquende - foto Clarissa Horta Vieira
Os chafarizes mais famosos de Sabará são os do Kaquende, do Rosário e da Confraria. Todos os três são mencionados no romance Sabará 18, de Carlos Gentil Vieira (Este livro está em nossa Livraria Virtual)


 "Já ia longe a noite quando eu finalmente deixei a casa cinza. Fui caminhando com vagar, passei pelo Chafariz do Kaquende, bebi água fresca, e notei que havia ainda muita vela acesa dentro das casas. Mas uma me chamou a atenção. O que fazia o Móti acordado até agora? Eu sabia de seus hábitos de dormir logo depois da ceia, tendo pitado um fumo trazido lá de Paraty. E, olha só, tem mais gente lá com ele. Fui me aproximando devagarinho, protegido pelas sombras." (Capítulo 1)
   

"E foi ali que dona Amélia viu o nosso Túlio, funcionário do cartório da Câmara e rábula. Estava recostado no Chafariz do Rosário, suarento, como quem havia carregado pedras e mais pedras para a construção da igreja." (Capítulo 12)

"Neste meio tempo, achei que era hora de me refrescar um pouco e meditar. Fui beber um tanto de água fresca no Chafariz da Confraria, estava com a garganta ressecada ante as possibilidades que levantei. A igreja continuava enchendo de gente, vinda de todos os arraiais, chamada pelos sinos, que continuavam a badalar." (Capítulo 15)

Um outro livro do autor, publicado em 2016, também tem na capa uma foto de Clarissa Horta Vieira. Desta vez a foto foi tirada de dentro da Igreja do Carmo, em Sabará, Veja abaixo:


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