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Este livro, escrito por Sílvia do Prado M. Buttrós, uma genealogista de mão cheia, é fruto de um trabalho espetacular. São 549 páginas (incluindo índices e agradecimentos) que documentam, com precisão, a descendência de Manoel Ferreira do Prado, onde me incluo, e de seus irmãos. Mas não apenas. Fala de seus pais e avós.

Carmo da Escaramuça hoje é a cidade de Paraguaçu-MG, terra de minha avó Mathilde Leite e de minha saudosa prima Terezinha Prado Costa, entre outros.

Logo de início, uma surpresa. O patriarca desta imensa família, um certo Pedro do Prado, nasceu na Alemanha. E sua esposa, Ignez da Luz, nos Açores. E onde se casaram? Em algum recanto bucólico de Portugal ou do Sul de Minas? Não, casaram-se em Catas Altas, ao lado de Santa Bárbara, terra dos Pereira tão nossos conhecidos, onde veio a nascer Manoel Ferreira do Prado, neto de Pedro e Ignez.

Muito bem, mas tem mais. E onde foi o nosso Manoel do Prado casar-se? Ali perto, em Barão de Cocais, ou quem sabe em terras de Monlevade, que nem existia? Não, foi casar-se na cidade do Rio de Janeiro, já revelando uma preferência que passaria a descendentes. Com Teresa Maria de Jesus, batizada na Matriz de São José, aos pés do Morro do Castelo, tão conhecida do doutor Vieira Fazenda.

Encontrei também várias referências ao coronel Francisco de Sales Xavier de Toledo, que veio a ser padrinho de batismo da avó do meu avô Flávio. Ele e sua filha Branca, a madrinha. E o avô do meu avô, chamado Flávio Secundo de Sales, que durante algum tempo acreditei ser um professor paulista, foi, na realidade, um exposto na casa de dona Úrsula Xavier de Toledo, irmã de Francisco, e nascido na nossa Campanha da Princesa.

Achei até um parente de nome Caio Campos, o mesmo nome do pai de meu neto Joaquim, embora este seja de uma outra família Campos. Mas será mesmo?

Enfim, o livro maravilhoso de Sílvia nos permite mergulhar no passado e no presente de uma numerosa família, a que temos orgulho de pertencer. Espalhada por Minas, São Paulo, Rio de Janeiro, e vasto mundo. Só ainda não consegui achar um ponto de contato com meu cunhado Nelson Prado. Mas vou achar.
(18 de dezembro de 2018)

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