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  Os mineiros dirão que sim. Minas é eterna. Quem vai a Tiradentes, mesmo sendo turista estrangeiro, fica maravilhado. Outro dia me disseram que Tiradentes foi escolhida como a melhor opção turística do Brasil. Acho um pouco de exagero, mas vá lá. Minha amiga portuguesa Maria Fernanda, quando lá esteve, me disse "Isso aqui é o Alentejo".

  Meu amigo Clóvis me diz que vai em breve visitar o Serro. Aproveitei para repassar uma postagem deste blog que fala da Chácara do Barão do Serro. E hoje li no jornal que o novo presidente da Academia Mineira de Letras quer abrir ao grande público o acervo enorme da Academia e cita Eduardo Frieiro, também objeto de uma postagem nossa (Feijão, Angu e Couve).

  Mas o que dizer dos desastres recentes, como Brumadinho, e a permanente ameaça a Barão de Cocais e, claro, à nossa Santa Bárbara (que deu nome a um delicioso pudim) de Carmélia Pereira? Foi a extraordinária genealogista Silvia Buttrós, em seu livro Os Prados de Carmo da Escaramuça,  que nos revelou que lá nasceu nosso antepassado comum da família Prado, personagem que um dia cheguei a acreditar que era mesmo paulista, talvez nascido em Itu, cidade onde eu já quis morar. A querida Adriana Schwartz diz que eu sou a pessoa que ela conhece que mais quis morar em outros lugares. Poços de Caldas continua na lista.

Carlos Drummond de Andrade, o poeta de Itabira, que morava aqui no Rio na Rua Conselheiro Lafayette (bisavô da Corina), escreveu em seu famoso poema  E agora, José?

"Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?"

(6 de julho de 2019)


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Anotações genealógicas sobre dois troncos mineiros.



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