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Este é realmente um livro das antigas, como diz minha filha. De um tempo onde os meninos não tinham jogos eletrônicos, nem smartphones, nem Netflix. Tinham que imaginar aventuras em lugares totalmente desconhecidos. Eu li este livro, pela primeira vez, no início da adolescência e fiquei encantado. Depois, comprei outro do mesmo autor, e outro. No fim de semana passado retirei da estante uma edição americana de 1989, que eu havia comprado nos anos 90. Comecei a ler e já não me lembrava de mais nada. Foi uma releitura pela primeira vez. O livro é muito bem escrito. Sua primeira edição, pasmem, foi em 1924, e ele continua vendendo nas livrarias até hoje. Coisa parecida com o que acontece com os livros de Beatrix Porter e com o The Secret Garden.

A história começa na Inglaterra, numa daquelas mansões senhoriais, Brandon Abbas, onde desaparece, sem maiores explicações, uma joia caríssima. Três irmãos Geste, então, fogem e vão se alistar na Legião Estrangeira Francesa, onde se passa a maior parte da ação do livro. Aliás, ele começa mesmo é com um forte, no meio do deserto africano, totalmente deserto, fechado, bandeira tremulando no mastro, e pessoas mortas guarnecendo os postos. Querem mais? Deu até filme, em 1939, com Gary Cooper no papel principal. Ah, no final do livro ficamos sabendo o que aconteceu com a joia.

Carlos G. Vieira

(Livro Beau Geste, Percival Christopher Wren, primeira edição em 1924)

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