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E o que dizer das igrejas? É fato conhecido que estamos no meio de uma mudança de paradigma, contestada por muitos com várias estatísticas. A de que os livros digitais, lidos nos mais diferentes dispositivos, vão substituir os tradicionais livros impressos. Mas e o que dizer da crescente secularização do Ocidente que vem afastando os fiéis dos templos de todas as denominações? Existem templos católicos nos Estados Unidos que precisaram ser vendidos porque simplesmente as comunidades desapareceram. Mas uma matéria recente do Huffington Post, assinada por Tom Moran, nos traz uma novidade interessante. Igrejas transformadas em livraria física. O exemplo desta mega livraria na Holanda, a Boekhandel Selexyz Dominicanen, na cidade de Maastricht, é perturbador. Um templo católico do século XIII, fechado em 1794 por ordem de Napoleão Bonaparte, foi reformado e transformado há poucos anos numa linda livraria. E agora?
(Imagem: Bert Kaufmann, cc-3.0)
(1 de junho de 2016)

Maria Pia era menina-moça na Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará, em pleno século XVIII. Alice andava pelo País das Maravilhas. Anna saltitava pelo bairro do Rio Comprido, no Rio de Janeiro, para desespero de Hans. Maria da Glória foi rainha aos sete anos de idade. Camila pensou em morar em Lisboa na Rua das Janelas Verdes. Isolda chorava por Tristão. Amalita era amada por Guignard e parece que nunca soube disso. Catarina dizia, e ninguém acreditava, que ela tinha caído no valão de Bonsucesso. Estas e outras histórias estão neste livro que acabou de ser publicado.

Você encontra o eBook na Amazon.com.br , Smashwords (vários formatos para download), Livraria Cultura e o livro impresso na vececom bookstore (CreateSpace) e também na Amazon

(atualizado 27 de maio de 2016)

O autor independente Washington Conceição publicou um novo livro, no formato eBook, disponível no site da Amazon.

Neste livro o autor reuniu crônicas publicadas em seu blog desde o segundo semestre de 2014 até o final de 2015, nas quais narra fatos, procurando transmitir experiências vividas, ou expressa sua opinião sobre assuntos de interesse geral.

Outros livros do Washington podem também ser vistos em nossa Livraria Virtual.

(13 de maio de 2016)


Seneca Lucilio suo salutem

Quando já tinha bastante idade para sua época (ali pelos sessenta anos), Lucius Annaeus Seneca, escritor, filósofo e pensador romano que viveu no início do primeiro século de nossa era, escreveu uma série de cartas onde expôs suas convicções estoicas. Nestas cartas, dirigidas a um certo Lucílio, ele faz considerações valiosas sobre a vida, a moral e a ética. Destaco a seguir alguns trechos.

"Nada nos pertence, Lucílio, só o tempo é mesmo nosso. A natureza concedeu-nos a posse desta coisa transitória e evanescente da qual quem quer que seja pode nos expulsar. É tão grande a insensatez dos homens que aceitam prestar contas de tudo quanto – mau grado o seu valor mínimo ou nulo, e pelo menos certamente recuperável – lhes é emprestado, mas ninguém se julga na obrigação de justificar o tempo que recebeu, apesar de este ser o único bem que, por maior que seja a nossa gratidão, nunca podemos restituir."

"Não temos de nos preocupar em viver longos anos, mas em vivê-los satisfatoriamente. Porque viver longo tempo depende de tua alma. A vida é longa quando é plena. E se faz plena quando a alma recuperou a posse de seu próprio bem e transferiu para si o domínio de si mesmo."


"Nesta morada é necessário gastar a vida. Escapar dela não podes, desprezá-la podes. Desprezarás, porém, se muitas vezes pensares e conjecturares as coisas futuras. Todos mais corajosamente atravessam aquilo para o que durante muito tempo se preparam, e, do mesmo modo, resistem se previamente refletem sobre os obstáculos. Por outro lado, teme-se muito aquilo contra o que não se preparou, mesmo as coisas fúteis. Isto é necessário fazer: que nada seja para nós inesperado."

Vale.

(25 de fevereiro de 2016)





A primeira vez que entrei na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pilar, em São João del Rei, uma relíquia do barroco mineiro (construída em 1721), estava tão impressionado com o Centro Histórico e com a figura destemida de Bárbara Eliodora, que pensei "se tiver uma filha ela vai se chamar Barbara" (sem acento, para desespero do meu amigo e filólogo Paulo Sarmento). Tive e ela era chamada de Bárbara Lili. Pois só agora tive a oportunidade de ler o livro Inconfidências Mineiras de Sonia Sant'Anna (também sem acento), publicado pela primeira vez no ano de 2000, quando a autora tinha 62 anos de idade. Numa linguagem deliciosa, ela nos conta uma história privada da Inconfidência.
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