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Bárbara Heliodora (ou Eliodora) Guilhermina da Silveira e José Inácio de Alvarenga Peixoto. O coronel Alvarenga. Romance de Mônica Sifuentes, que traz de volta a época da Inconfidência Mineira, São João del Rei, Sintra e Coimbra.

"Bárbara Bela,
Do Norte estrela,
Que o meu destino
Sabes guiar,
De ti ausente
Triste somente
As horas passo
A suspirar.
Por entre as penhas
De incultas brenhas
Cansa-me a vista
De te buscar....."
(Do poema Bárbara Bela de Alvarenga Peixoto, escrito na Ilha das Cobras)

Em homenagem a Carmélia Pereira Teles, nascida em Santa Bárbara e falecida neste dia em Belo Horizonte.
(7 de janeiro de 2020)

Houve uma época, acho que na pré-história, onde não existiam celulares, playstations, TV a cabo, Netflix e essas coisas tão comuns hoje em dia. E nesta época de escuridão, como as crianças se divertiam? Lendo revistas em quadrinhos. Muitas vezes escondido, como se fossem revistas pornográficas. Dizia-se que as revistas em quadrinhos, trazidas para o Brasil por Adolfo Aizen, tiravam a atenção dos jovens estudantes e os tornariam péssimos leitores de livros impressos. Ninguém, nesta época, poderia sonhar com eBooks. E as revistas em quadrinhos, como o Gibi, inventado por Roberto Marinho em 1939, fizeram parte da infância e juventude de muita gente nesse País. E, ainda hoje, vemos feiras e eventos com os antigos heróis. Super-Homem, Capitão América, Homem-Aranha. Os mesmos personagens que animam hoje meninos como Joaquim, de 5 anos de idade.

(24 de dezembro de 2019)

Lançamento virtual do novo  romance do autor independente Carlos G. Vieira. Tchan-tchan-tchan-tchan.

A lista de personagens femininos é grande: Andréa, Nayara, Marluce, Sofia, Alessandra, Olívia, Mafalda, Joana, Clara e Elsa.

E a dos personagens masculinos não fica atrás: Frei Apolônio, senhor Abílio, Marcão, Afonso, Goffredo, Mário, Canela, Marcondes, Gabriel, Rafael, Miguel, Pablo, Aristeu, Fred, Ildefonso, Montalban, Valdir e Klaus. E um detestável Johnny, o sempre solícito. E ainda tem sobra para algumas personalidades reais, como Otávio, Ricardo e Washington. Isto já não é mais lista de personagens, é uma verdadeira gangue.

Tem de tudo neste livro. Amor e perdição. Livro impresso e eBook. Pode ser encontrado na Amazon.com.br e Smashwords.
A versão digital custa no Brasil o absurdo preço de cerca de R$4,00 (US$0.99 no resto do mundo). Uma vergonha.

Você pode ler, com facilidade, este e outros livros no formato eBook no seu próprio celular, tablet ou computador. O  aplicativo  Kindle pode ser baixado gratuitamente na App Store ou Google Play. A Smashwords também disponibiliza vários formatos compatíveis com os eReaders do mercado. Vamos mudar para o formato digital e ajudar a salvar o Planeta.

(23 de novembro de 2019)

  Nós aqui sempre fizemos uma apologia dos eBooks. Por uma razão muito simples. Para autores independentes, que não contam com a infraestrutura de promoção e distribuição das grandes editoras, os eBooks são muito fáceis de se propagar pelo mundo todo, muito além de nossas fronteiras físicas. E, além disso, o custo de cada download pode ser irrisório. Aqui mesmo, em nossa livraria virtual, temos autores com livro gratuito e outros que custam o equivalente a 4, 5, 6 reais. Então, esta seria a solução ideal para multiplicarem-se os leitores. Outra coisa que temos observado é que editoras tradicionais, por uma questão mercadológica, colocam os preços de eBooks muito próximos dos livros impressos, o que é uma incoerência total. Existem autores, como o apreciado português José Rodrigues dos Santos, cujos livros só podem ser encontrados no formato impresso.
  Em 2018 os eBooks perderam espaço, ao contrário das previsões e do cada vez maior uso de gadgets eletrônicos. Os livros impressos cresceram em volume de vendas nos Estados Unidos, junto com outro fenômeno muito interessante. As grandes redes de livrarias lá estão cedendo espaço a livrarias independentes, com ênfase na comunidade local, que vão muito bem obrigado. Até uma emblemática Barnes and Noble fechou vários pontos de venda, coisa parecida com o que presenciamos aqui com as tradicionais Saraiva e Cultura.
  Agora, a questão que se impõe para reflexão de autores independentes é a seguinte: Como as novas gerações vão lidar com o livro, impresso ou digital? Acabei de comprar um playstation PS4 para criar um ambiente de interesse para várias crianças da família. Ninguém ainda se interessou pelas minhas estantes repletas de livros, espalhadas pela casa. Preocupante.

(14 de agosto de 2019)

  O autor deste livro, que recomendo a todos os autores independentes, faz uma indagação muito pertinente. Quem foi que determinou todas as regras, normas, classificações e subclassificações que regem a nossa escrita? Terá sido um ser privilegiado, tal como Moisés, que as recebeu do próprio Deus no Monte Sinai? A resposta é difícil de ser dada, perde-se no tempo, mas uma coisa é certa. Não fomos nós, usuários, que numa ampla pesquisa opinamos. E o Acordo Ortográfico, que alguns escritores portugueses como Miguel Sousa Tavares recusam-se a seguir e nós aqui no Brasil somos obrigados? Este, então, é surpreendente. Uns sábios, daqui e de Portugal, se reúnem e decidem como devemos escrever as palavras comuns. Mas, mesmo assim, permitem duas formas de se escrever para algumas destas, de maneira a respeitar o uso corrente aqui ou em Portugal. Resultado, continuamos todos querendo escrever da mesma forma como aprendemos há muito tempo no ensino fundamental.
  Uma coisa que particularmente me deixa enlouquecido, como autor, é a história do "porque", "por que" e "por quê". Outra é não se poder, numa sequência, colocar vírgula antes do "e".
  O autor acha que existe uma corporação de linguistas e professores, cuja especialidade é dizer o que não pode. Segundo ele, esta insere-se na tradição judaico-cristã do pecado, da culpa, do remorso. Cita alguns exemplos de gramáticas e opiniões de especialistas em Língua Portuguesa, que mais complicam do que facilitam. E ninguém responde a uma pergunta muito simples: em que consiste o escrever bem? Resposta que interessaria, de pronto, a todos nós autores. Ele acha que grande parte das normas do que não pode no uso da Língua assemelha-se às regras de etiqueta, da mesma maneira como os cerimonialistas determinam arrumação de pratos e talheres em mesas de banquete. São, na verdade, o que os americanos chamam de bullshit. Com uma diferença. Ai do autor, jornalista, ou candidato em concurso público que se aventurar a contestá-las. Os revisores são implacáveis. Não interessa o conteúdo, só a forma. Aparecem logo os que adoram fazer correções nos livros dos outros. Eu mesmo fiz isso outro dia (mas a título de colaboração, óbvio). Meu amigo Sarmento, também ele um autor independente, já fez muitas.
  O livro é escrito com forte dose de bom humor. O autor chega, inclusive, a redigir uma crítica ao próprio livro e a suas afirmações, com o pseudônimo de D. Parvo. Só ao final ficamos sabendo disso.

(Livro Os mistérios da Língua Portuguesa, Eduardo Kanan Marques, ed. Thesaurus, 2016)

(5 de agosto de 2019)

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