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Lendo ontem mais um excelente thriller do consagrado autor americano Daniel Silva  (A Herdeira), voltei a me lembrar dos Cátaros, que o autor cita de passagem, quando os personagens chegam à cidade francesa de Carcassonne.

Tempos atrás, eu andei curioso sobre essa seita cristã dos séculos XII e XIII, ao ler outros livros sobre o Castelo de Montségur, situado no sudoeste da França. Este castelo, construído no topo de uma montanha, era praticamente inexpugnável. Foi preciso muito esforço das forças mobilizadas pelo rei de França, associado ao papado, para destrui-lo e aos que o defendiam. Isso aconteceu por volta de 1229. Foi a época da Cruzada Albigense, mobilizada para acabar com o que Roma julgava ser um ataque à unidade cristã, e portanto uma heresia.

O livro de Hermínio Miranda (falecido em 2013) conta direitinho toda a história. E é fascinante. Dizem que um tesouro dos cátaros escapou da invasão final e morte a fio de espada dos remanescentes na fortaleza, graças a uns poucos que desceram pelas escarpas e sumiram de vista. E dizem que isso foi parar nas mãos do Pére Bérenger Saunière, dando origem a várias lendas, e assunto para outros livros, alguns deles tenho aqui na minha estante.

(16 de dezembro de 2021)

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